As descobertas fascinantes do Museu Roald Dahl

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A coleção de bibelôs de Dahl, desde a ametista recolhida em viagens até a cabeça de seu fêmur, ao centro. Na xícara, os lápis que o autor usava – ele sempre escrevia a lápis. Os papéis que Dahl usava eram de um único tipo: amarelos, de cadernetas, vindos de Nova York. Método, disciplina e um pouco de obsessão.

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